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Península de Snæfellsnes: glaciar, grutas de lava e Kirkjufell, Iceland

Península de Snæfellsnes: glaciar, grutas de lava e Kirkjufell

Como visitar Snæfellsnes num dia de Reykjavik: Kirkjufell, glaciar Snæfellsjökull, gruta Vatnshellir, Djúpalónssandur. Tempos de condução e custos.

Reykjavik: Snaefellsnes Peninsula and Kirkjufell Day Trip

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Atualizado em:

Quick facts

Distância de Reykjavik
~180 km até Kirkjufell, ~2-2,5h
Condução em circuito pela península
~200 km desde Borgarnes, ~5-6h com paragens
Entrada na gruta de lava Vatnshellir
~3.500 ISK (~€24) com guia
Caminhada no glaciar Snæfellsjökull
Guia obrigatório; ~15.000-22.000 ISK
Djúpalónssandur
Gratuito, acesso pela Estrada 574

A península ocidental da Islândia: tudo o que o Círculo Dourado tem, sem as multidões

A Península de Snæfellsnes estende-se 90 km para oeste no Atlântico a partir da região de Snæfellsbær, terminando no glaciar Snæfellsjökull que Júlio Verne usou como entrada para o centro da Terra no seu romance de 1864. É geologicamente variada — campos de lava, falésias marinhas, aldeias piscatórias, um vulcão glaciar e praias de seixos negros — e consistentemente menos lotada do que o Círculo Dourado apesar de oferecer diversidade paisagística comparável.

A condução de Reykjavik até Kirkjufell demora aproximadamente 2-2,5 horas pela Estrada 1 a norte e Estrada 54. Um circuito completo da península acrescenta mais 3-4 horas de condução e paragens. Um longo dia de verão consegue fazê-lo; no inverno as poucas horas de luz do dia (3-5 horas em dezembro) tornam um roteiro focado essencial.

Reykjavik: Snaefellsnes Peninsula and Kirkjufell Day Trip

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Onde fica~180 km a noroeste de Reykjavik, oeste da Islândia
Tempo necessárioUm dia inteiro para o circuito; uma noite em Stykkishólmur para um ritmo mais tranquilo
CustoGratuito para observar; extras guiados de 3.500-22.000 ISK
Como chegarCarro próprio por estradas asfaltadas, ou um passeio guiado de um dia
Melhor épocaMaio-outubro para acesso total

Snæfellsnes versus o Círculo Dourado

SnæfellsnesCírculo Dourado
Distância de Reykjavik~180 km, 2-2,5h~50 km, 1,5-2h até a primeira parada
MovimentoVisivelmente mais tranquiloSempre movimentado, especialmente ao meio-dia
Variedade de paisagemGeleira, falésias, lava, vilas de pescadoresCachoeiras, gêiser, fenda tectônica
Ideal paraViajantes que já fizeram um circuito estilo Círculo Dourado, ou que querem fotografia mais tranquilaVisitantes de primeira viagem que querem os três locais clássicos
Viabilidade como passeio de um diaDia longo, apertado no invernoDia único e confortável o ano todo

Kirkjufell: a montanha mais fotografada da Islândia

Kirkjufell (463 m) ergue-se como uma montanha isolada quase perfeitamente cónica na costa norte da península perto da aldeia de Grundarfjörður. É a silhueta mais reconhecível na fotografia de paisagem islandesa — e ganhou exposição global adicional com a sua aparição em A Guerra dos Tronos, onde surgiu como a “Montanha Seta” a norte da Muralha.

A composição standard enquadra Kirkjufell com Kirkjufellsfoss, a cascata de três degraus em primeiro plano, visível da estrada ou por um curto caminho de gravilha. A cascata é pequena mas bem posicionada para esta fotografia. No inverno (novembro a março), as auroras boreais sobre Kirkjufell são um cenário popular de caça; vários operadores realizam tours de auroras boreais em Snæfellsnes especificamente direcionados para este pano de fundo.

A própria montanha requer uma escalada desafiante para o cume — o caminho é tecnicamente exigente e não deve ser tentado com mau tempo ou por caminhantes não preparados. A vista da beira da estrada é a experiência standard.

Snæfellsjökull: o glaciar no fim da península

Snæfellsjökull é um estratovulcão (última erupção ~1750) coberto por um glaciar do mesmo nome, formando o extremo da península e o elemento central do Parque Nacional de Snæfellsjökull. A superfície do glaciar é acessível por tours de autocarro de neve operados ao longo do ano por fornecedores locais (Snjófell, Hidden Iceland), mas as caminhadas guiadas no glaciar requerem operadores específicos com licenças.

O Centro de Visitantes de Snæfellsjökull em Hellnar é a base lógica para o parque nacional. Vários trilhos de caminhada curtos percorrem os campos de lava abaixo do glaciar, incluindo Saxhóll (uma curta subida à cratera com uma escada até ao bordo) e a enseada de Dritvík.

A entrada no Parque Nacional é gratuita; o tour ao cume do glaciar custa aproximadamente 15.000-22.000 ISK (~€102-150) por pessoa.

Gruta de lava Vatnshellir

Vatnshellir é um tubo de lava de 8.000 anos, com 200 metros de comprimento, descendo cerca de 35 metros abaixo da superfície do campo de lava. Tours guiados funcionam ao longo do ano (de hora a hora no verão, horário reduzido no inverno) e incluem capacete, lanterna e descida guiada de 45 minutos.

Reserva o tour da gruta de lava Vatnshellir em Snæfellsnes

à chegada ao local — a reserva antecipada é normalmente possível mas nem sempre necessária fora dos fins de semana de pico do verão. Custo: aproximadamente 3.500 ISK (~€24) por adulto. O interior da gruta é genuinamente escuro; a experiência de estar dentro de um tubo de lava é distinta de qualquer coisa acima do solo na Islândia.

Djúpalónssandur: a praia de seixos negros

Ao contrário da areia negra fina de Reynisfjara, Djúpalónssandur é uma praia de seixos e pedras arredondadas de origem vulcânica. Na entrada da praia estão as “Pedras de Levantamento” — quatro pedras de pesos diferentes (23 kg, 54 kg, 100 kg e 154 kg) usadas historicamente para testar a força dos pescadores antes da seleção das tripulações. Espalhados pela parte superior da praia estão fragmentos de metal enferrujado de um arrastão britânico (Epine) naufragado aqui em 1948.

A enseada é abrigada por falésias de lava e parece isolada apesar de estar numa rota sinalizada. Estacionamento gratuito pela Estrada 574, a cerca de 30 minutos da área de acesso ao glaciar Snæfellsjökull.

Arnarstapi e Hellnar: o passeio pela falésia

Arnarstapi e Hellnar são pequenas comunidades piscatórias na costa sul da península separadas por 2,5 km de dramático trilho de falésia marinha. O passeio passa por arcos de basalto, grutas marinhas e colónias de aves marinhas (fulmar, gaivota-de-patas-negras, airo). O porto de Arnarstapi tem um marcante arco de basalto ao nível do mar.

Ambas as aldeias têm pequenos restaurantes que servem sopa e peixe; o café Fjöruhúsið em Hellnar é uma instituição local para café e waffles (aberto apenas no verão, lotado ao fim de semana). O passeio pela falésia é fácil, demora cerca de 45-60 minutos num sentido e é gratuito.

Falésias de basalto de Lóndrangar

Lóndrangar são duas pilhas de basalto marinho que se erguem 75 metros acima do mar — as chaminés erodidas de uma antiga erupção vulcânica. Um curto trilho (15 minutos) leva a um miradouro sobre as pilhas. No verão, as falésias albergam grandes colónias de aves marinhas. Gratuito, acesso pela Estrada 574.

Museu do tubarão de Bjarnarhöfn

Bjarnarhöfn, na costa norte perto de Stykkishólmur, é uma fazenda em atividade e o lar tradicional do hákarl — tubarão-da-Groenlândia fermentado, a exportação alimentar mais notória da Islândia. O pequeno museu no local explica o processo de fermentação e secagem, que dura vários meses, e inclui uma degustação do produto final, servida com uma dose de aguardente Brennivín para acompanhar. É uma parada genuinamente informativa para entender uma parte da cultura gastronômica islandesa que a maioria dos visitantes só encara como um desafio. A entrada com degustação tem uma taxa modesta, paga no local.

Ólafsvík e Rif: as vilas de pescadores

Ólafsvík e a menor Rif ficam na costa norte da península, entre Kirkjufell e Snæfellsjökull, portos pesqueiros em atividade, sem nada da infraestrutura turística de Stykkishólmur. Ólafsvík tem um pequeno museu folclórico e um supermercado, caso precise de suprimentos; o porto de Rif dá uma noção genuína e sem polimento da economia pesqueira que sustenta esse litoral. Nenhuma das duas exige mais do que uma breve parada, mas ambas são pontos de referência úteis se você estiver ajustando o trajeto conforme o clima instável do Snæfellsjökull.

Stykkishólmur

A maior vila da península (população ~1.200), Stykkishólmur fica na costa norte e tem um pequeno porto, o museu Norwegian House e ligações de ferry para os Westfjords (o ferry Baldur). É uma paragem lógica para pernoitar se quiseres fazer a península de forma relaxada em dois dias.

Comer em Stykkishólmur: o restaurante Sjávarpakkhúsið no porto serve peixe credível por ~3.500-5.000 ISK por prato principal. Um passeio de caiaque de 2 horas a partir do porto dá uma perspetiva diferente sobre a baía pontuada de ilhas —

reserva um tour de caiaque em Stykkishólmur

se quiseres uma vista ao nível da água das formações rochosas vulcânicas.

Auto-condução versus tour guiado

As estradas da península (Estrada 54 à volta do norte, Estrada 574 ao longo do sul) são pavimentadas e acessíveis por carro de aluguer standard de maio a outubro. As condições de inverno requerem pneus com pregos e cuidado na Estrada 574; a estrada para o cume do glaciar está frequentemente fechada com neve.

O tour a partir de Reykjavik faz sentido se não tens carro ou se queres comentários sobre a geologia e as ligações literárias com Verne. As opções guiadas de dia completo funcionam entre 12-15 horas a partir de Reykjavik e tipicamente cobrem Kirkjufell, Djúpalónssandur, Arnarstapi e o parque nacional.

Um tour de dia em Snæfellsnes em pequeno grupo

mantém o grupo a um tamanho gerível e permite mais tempo em cada paragem do que as versões em autocarro grande.

Para um plano completo de excursão de dia a Snæfellsnes com horários, consulta o guia de excursão de dia a Snæfellsnes. Para o roteiro completo de 5 dias incorporando a península com a Costa Sul, vê o roteiro de 7 dias na Islândia a partir de Reykjavik.

Melhores experiências

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